Paraná liderou disseminação de fake news sobre morte de Lula no WhatsApp

    O estado fez 141 menções à teoria conspiratória a cada 100 mil mensagens; na Bahia, foram 39

    Foto: Reprodução, Youtube

    Um levantamento realizado por uma empresa de tecnologia apontou que o estado do Paraná liderou as menções a uma teoria conspiratória no WhatsApp sobre a suposta morte do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O estudo foi feito pela Palver, que monitora mais de 16 mil grupos públicos no aplicativo.

    De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, a empresa analisou termos relacionados à fake news entre os dias 1º de setembro e 29 de novembro, constatando que os paranaenses foram responsáveis por um total de 141 menções a cada 100 mil mensagens.

    São Paulo e Rio de Janeiro ficaram na segunda e terceira posição, com 127 e 112 menções a cada 100 mil mensagens, respectivamente. Segundo a publicação, a teoria da conspiração da morte de Lula e a substituição por um ator mascarado circulou até em estados onde o petista venceu as eleições, mas com uma menor incidência.

    Na Bahia, por exemplo, foram 39 menções a cada 100 mil mensagens. Em Minas Gerais e Piauí foram registradas 28 e 26 menções, respectivamente.

    O levantamento aponta ainda que em 25 de novembro os comentários sobre a “morte” do petista representaram quase 10% das menções gerais a Lula nos mais de 16 mil grupos observados.