Vendas do varejo baiano seguem média nacional e caem em novembro

    Recuo no estado ocorreu tanto no comparativo mensal (-0,3%) como no dado interanual (-0,1%), vestuário segue como maior influência negativa

    Foto: reprodução do site do FGV Ibre

    As vendas do comércio baiano caíram em novembro do ano passado, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE, divulgada nesta quarta-feira (11). O setor recuou -0,3% no comparativo mensal e -0,1% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na média nacional, o varejo teve retração de 0,6% frente a outubro, pior portanto que o resultado baiano.

    No estado, o setor apresentava no penúltimo mês do ano um volume de vendas 8,1% abaixo do patamar verificado em fevereiro de 2020, antes da pandemia de Covid-19. O  varejo baiano acumula queda de 3,9% no ano de 2022, frente ao mesmo período de 2021. O indicador se mantém negativo desde dezembro de 2021.

    Pela segundo mês consecutivo, a maior queda e o maior impacto negativo no resultado geral do setor vieram do segmento de tecidos, vestuário e calçados (-17,9%). Em seguida vieram os outros artigos de uso pessoal e doméstico (-13,6%) – em declínio desde abril/22. Esse segmento reúne lojas de departamento e grandes varejistas on-line.

    Cinco atividades ficaram em alta na Bahia em novembro. Combustíveis e lubrificantes (19,0%) foram, pelo quarto mês consecutivo, a principal influência positiva. O segundo maior avanço ocorreu em artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,6%).