Minireforma de Bruno Reis não altera configurações nos Poderes

    Na Câmara de Salvador, Alberto Braga, que ocupou o lugar de Júlio, permanece no lugar de Luiz Carlos

    Foto: Antonio Queirós/CMS

    As alterações na gestão do prefeito Bruno Reis (UB), ao contrário dos que muitos imaginaram, não altera configurações nos Poderes. As 16 trocas que ocorreram nas secretarias ou órgãos municipais, incluindo pessoas que já faziam parte da gestão e foram remanejadas e novos integrantes da administração, nada muda nos arranjos político-partidários.

    Na Secretaria de Infraestrutura, por exemplo, o vereador licenciado Júlio Santos abriu espaço para o edil Luiz Carlos, ambos Republicamos. Porém, o suplente Alberto Braga, que ocupou o lugar de Júlio, permanece no lugar de Luiz Carlos no parlamento municipal. E, nada houve também de alterações que pudessem atingir as hostes da Assembleia Legislativa e da Câmara Federal, como era esperado de forma emblemática para contemplar o então deputado federal Marcelo Nilo – a expectativa era que o Republicanos indicasse um federal para uma pasta estratégica, de forma que Nilo, enquanto primeiro suplente assumisse uma cadeira no Congresso.

    Dentre as modificações para 2023 foram as nomeações da vice-prefeita Ana Paula Matos, na Saúde, Pedro Tourinho, na Cultura e Turismo, Décio Martins, na Transalvador, e Cacá Leão, no Governo. Também foram anunciados Kiki Bispo, como líder do Governo na Câmara Municipal, Thiago Dantas, como Secretário de Educação, Luiz Carlos, na pasta da Infraestrutura, e Júnior Magalhães, na Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer, dentre outros.