Gomes admite ter dado contribuição na presidência do PV baiano

    O presidente do partido disse que o que pesa é o partido se organizar para a eleição de 2024

     

     

     

    Ivanilson Gomes, ao explicar que seu mandato tem previsão de final para junho de 2023 e que outra convenção obrigatoriamente ocorrerá, admite que não deve permanecer à frente da presidência estadual do Partido Verde. Ele afirma já ter dado sua contribuição e defender a alternância de poderes.

    “O nosso diretório eleito em julho de 2021 vence em julho de 2023 e, necessariamente, vamos fazer uma convenção que é de praxe. Apesar de existirem regras regimentais, vamos definir em conversas internas onde todos possam opinar, que não foram iniciadas ainda, quem será o novo presidente. Porém, sou daqueles que defendo alternância, não é fácil ser presidente de uma sigla pequena, que o presidente tem que assumir muitas responsabilidades, acho que dei muitas contribuições, tenho outras tarefas que acabo acumulando, mas sou soldado do partido”, frisou, ao bahia.ba, Ivanilson Gomes, que já foi secretário de Sustentabilidade em Salvador, hoje é presidente da Fundação Verde Herbert Daniel (FVHD), entidade privada que tem o objetivo de promover ações voltadas a cultura, política, ecologia e meio ambiente, e tem poder de articulação em Brasília.

    Especula-se, que o deputado federal Bacelar, recém-chegado à legenda, possa assumir o lugar de Gomes, embora Bacelar tenha afirmado ao bahia.ba não ter interesse em que não tem interesse em comandar o Partido Verde.

    “O que pesa agora é respeitarmos todas as decisões do partido, que prega o municipalismo ,e, nos organizarmos para as eleições de 2024”, concluiu o atual presidente, sem antecipar se lançarão candidato para o pleito.