Política ambiental da Bahia quer ser destaque internacional, avalia Sodré

    Secretário de Meio Ambiente aponta os objetivos do programa Bahia + Verde, lançado nesta quinta-feira (1º)

    Foto: João Guerra/bahia.ba

    Durante o evento de lançamento do programa “Bahia + Verde” na manhã desta quinta-feira (1º), o secretário estadual de Meio Ambiente (Sema), Eduardo Sodré, ressaltou que um dos objetivos do conjunto de ações ambientais é a inserção do estado na economia global através da sustentabilidade.

    Entre as ações previstas, estão a elaboração de Planos Regionais de Proteção de Espécies Ameaçadas de Extinção, regeneração dos estoques de carbono, proteção de mananciais e desenvolvimento de plataforma de Monitoramento Integrado com uso de Inteligência Artificial.

    “A gente sai de um impacto local para a abrangência internacional. É isso o que a gente quer. A gente vai trabalhar desde a agricultura familiar de baixo carbono até investimentos internacionais. A nossa ideia é trazer para a Bahia para esse momento e fazer essa virada de chave. Se a gente consegue trazer isso hoje, aplicando esses conceitos, esses eixos desse projeto, eu tenho certeza que em curto prazo a Bahia será destaque internacionalmente falando do ponto de vista de desenvolvimento sustentável, de aplicabilidade desses preceitos, seja na forma de cobertura vegetal, de desenvolvimento sustentável, de atração de novas empresas, mas tendo como o meio ambiente como centro de decisão, como base de construção de políticas públicas em conjunto”, destaca Sodré.

    O titular da Sema aponta ainda que, quando o assunto é meio ambiente, o cenário é de responsabilidade de todos e se os setores da economia e da sociedade trabalharem em conjunto, todo mundo sai ganhando.

    “O meio ambiente é único. Se a gente trabalha ele nesse sentido, não há que se falar em poder público ou sociedade civil ou setor empresarial. É tudo um único setor. Então a importância desse evento é esse. É estarmos ali reunidos, todos com os objetivos em comum: o desenvolver, preservar, recuperar e que, no final, se tenha desenvolvimento e sustentabilidade ao mesmo tempo. Sustentabilidade não no termo de autossustentável, mas de sustentabilidade ambiental”, argumenta o secretário.