Vereadora cobra Bruno Reis sobre coerência dos dados na educação

    Petista Marta Rodrigues observa que secretaria alega não ter condições financeiras para dar reajuste maior mas cria cargos e despesas com programa

    Foto: Gabriela Araújo/bahia.ba

    As explicações dadas pela Secretaria da Educação da prefeitura de Salvador para a não concessão de um reajuste maior aos professores não convenceram a vereadora Marta Rodrigues (PT). “Ao mesmo tempo que o prefeito só da 8%, a categoria estava pedidno 20%, o mesmo projeto vem criando 17 cargos. E tem dois cargos de grau 57 que é o maior da prefeitura.” Os dados de impacto financeiro foram solicitados na semana passada e apresentados na segunda-feira (12), durante a votação que confirmou o reajuste de 8%.

    “Os servidores estão com diversas perdas que vêm acumulando, não só na pandemia. Vem de antes”, disse Marta. A petista destacou que o projeto do reajuste também cria o programa Dinheiro Direto nas Escolas, iniciativa que ela considera importante, mas requer a divulgação do impacto financeiro de cada medida. “Para uma coisa (o orçamento) pode, para o servidor não pode?”, indagou.