Posto de Galípolo é assumido por Dario Carnevalli e Durigam

    Gabriel Galípolo foi exonerado da Secretaria-Executiva do Ministério da Fazenda

    Foto: Felipe Rau/Estadão

    O economista Gabriel Galípolo, indicado para assumir o cargo de diretor de política monetária do Banco Central (BC), foi exonerado da Secretaria-Executiva do Ministério da Fazenda. A medida foi publicada pelo Diário Oficial da União desta terça-feira (20), de acordo com o jornal O Estado de São Paulo.

    Para substituir o economista na Fazenda, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nomeou o advogado e ex-diretor da Meta Dario Carnevalli Durigan.

    O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Vanderlan Cardoso (PSD-GO), disse que as sabatinas dos indicados pelo governo para a diretoria do Banco Central serão no dia 27 deste mês. De acordo com ele, é possível que o plenário vote as indicações no mesmo dia.

    A indicação de Galípolo para a cúpula do BC representa uma tentativa do governo de melhorar a relação com a presidência do órgão autônomo, ocupada por Roberto Campos Neto, a fim de traçar uma trajetória decrescente da taxa básica de juros (Selic). O patamar da taxa atualmente vem sendo duramente criticado pelo presidente Lula desde o início de seu mandato. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano. /Colaboraram Maria Regina Silva e Isabela Mendes.

    O economista Gabriel Galípolo, indicado para assumir o cargo de diretor de política monetária do Banco Central (BC), foi exonerado da Secretaria-Executiva do Ministério da Fazenda. A medida foi publicada pelo Diário Oficial da União desta terça-feira (20), de acordo com o jornal O Estado de São Paulo.

    Para substituir o economista na Fazenda, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nomeou o advogado e ex-diretor da Meta Dario Carnevalli Durigan.

    O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Vanderlan Cardoso (PSD-GO), disse que as sabatinas dos indicados pelo governo para a diretoria do Banco Central serão no dia 27 deste mês. De acordo com ele, é possível que o plenário vote as indicações no mesmo dia.

    A indicação de Galípolo para a cúpula do BC representa uma tentativa do governo de melhorar a relação com a presidência do órgão autônomo, ocupada por Roberto Campos Neto, a fim de traçar uma trajetória decrescente da taxa básica de juros (Selic). O patamar da taxa atualmente vem sendo duramente criticado pelo presidente Lula desde o início de seu mandato. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano. /Colaboraram Maria Regina Silva e Isabela Mendes.