Eduardo sobre ilegibilidade do pai: podem até parar uma pessoa, mas não podem parar uma ideia

    Deputado publicou um longo desabafo nas redes sociais

    Foto: Alan Santos/PR

    O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) saiu em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), condenar o político Bolsonaro (PL) inelegível por oito anos, por abuso de poder político e uso indevido dos meus de comunicação. 

    Em um longo texto no Twitter, o filho do ex-presidente afirmou que a decisão do TSE não é contra Bolsonaro, mas sim contra os brasileiros, que de acordo com ele, lutam pelos mesmos direitos que o ex-chefe do executivo acredita. Confira! 

    “Não, o sistema não fez o que fez hoje para tirar Jair Bolsonaro do jogo, mas para tirar do jogo a vontade e os valores da maioria da população brasileira. Não foi uma posição sobre as urnas eletrônicas ou sobre o sistema eleitoral que tornou Jair Bolsonaro alvo prioritário do establishment, mas seu combate em favor da liberdade, da vida desde a concepção, dos valores familiares, contra a criminalidade e contra o modelo de roubalheira que sempre norteou o Brasil”, começou dizendo. 

    Com sua chegada à presidência, Bolsonaro trouxe junto os verdadeiros interesses da população brasileira, fazendo com que assuntos distantes da realidade do cidadão comum dessem lugar a discussões relevantes da vida cotidiana de cada um. O Estado estava saindo das costas de quem produz e o povo estava próximo da política, sendo incluído em cada decisão tomada. 

    Não precisa ser simpático a nós para perceber que o que estamos assistindo hoje é a inversão desse processo. Já não importa a opinião popular, simpática ou não ao atual regime, mas apenas a vontade de uma elite que se apossou das leis, da justiça e da nossa democracia.

    Não é Jair Bolsonaro que está sendo afastado das discussões e decisões nacionais, é o povo brasileiro, porque o povo brasileiro é majoritariamente conservador, e isso incomoda. Mas a semente já foi plantada. Podem até parar uma pessoa, mas não podem parar uma ideia.”