Salvamar registra recorde de seis meses sem vítimas nas praias da capital

    "Isso é fruto de um esforço muito grande de todos os agentes de salvamento marítimo", celebrou o coordenador da Salvamar, Kailani Dantas

    Foto: Bruno Concha/Secom

    O primeiro trimestre do ano foi marcado pela ausência de registro de óbitos por afogamentos nos trechos compreendidos entre Jardim de Alah e Ipitanga (Lauro de Freitas), segundo informações da Coordenadoria de Salvamento Marítimo de Salvador (Salvamar).

    O coordenador da Salvamar, Kailani Dantas, celebra o dado histórico e reforça a necessidade de manter a qualidade e o ritmo intenso na atuação da unidade.

    “Estamos há 5 meses sem óbito por afogamento no trecho que a Salvamar atende. Isso é fruto de um esforço muito grande de todos os agentes de salvamento marítimo. São profissionais qualificados e treinados tanto psicologicamente como fisicamente para atender a população da forma mais positiva possível, inibindo a ocorrência de óbitos e diminuindo a quantidade de afogamentos”, afirmou.

    De acordo com os dados da corporação, entre janeiro e junho deste ano, a Salvamar contabilizou 473 ocorrências de salvamento a banhistas por afogamentos não fatais, cerca de uma centena de casos a menos que o número registrado em mesmo período do ano anterior. Além disso, foram registradas no período 39.461 ações de prevenção; devolução de 77 crianças perdidas aos pais; 64 auxílios em via pública e na faixa de areia; 10 intervenções por causa de aparições de animais marinhos; 83 palestras; nove queimaduras por caravelas; um resgate de cadáver por ocorrência diversa e 2.059 pulseiras de identificação distribuídas.