Pablo Marçal diz que é perseguido político

    Ex-candidato à Presidência da República e a deputado federal é alvo de Operação da Polícia Federal

    Imagem: Reprodução/YouTube

    Alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que foi deflagrada nesta quarta-feira (5), o coach, influenciador digital e ex-candidato à Presidência da República e a deputado federal Pablo Marçal disse se considerar “um perseguido político no Brasil”.

    A operação da PF, é para apurar falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita eleitoral e lavagem de capitais durante a última eleição. Em suas redes sociais, Marçal confirmou ser alvo de uma operação da Polícia Federal e declarou que só não foi acordado às 3h45 porque já estava acordado. Ainda de acordo com o coach, fizeram busca e apreensão na casa dele e não encontraram nenhuma irregularidade.

    Segundo Marçal, a operação se trata de uma investigação eleitoral sobre as doações lícitas que foram movimentadas para usar as aeronaves e veículos de propriedade empresarial do grupo societário que faz parte com o escopo eleitoral. O digital influencia também afirmou que esta é uma perseguição política contra ele como é fruto do pacote que todos estão sofrendo por terem apoiado o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.

    A operação foi batizada de Ciclo Fechado e realizada nos municípios paulistas de Barueri e Santana do Parnaíba. Segundo a Polícia Federal, “o investigado, que foi candidato a presidente da República e à Câmara dos Deputados, e seu sócio, realizaram doações milionárias às campanhas, sendo que boa parte desses valores foi remetido posteriormente às próprias empresas das quais são sócios”.

    Em agosto de 2022, Pablo Marçal chegou a lançar candidatura à Presidência da República pelo Pros. Sua candidatura, no entanto, foi questionada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que decidiu rejeitá-la. Então, ele decidiu se candidatar a deputado federal, mas teve também o seu registro rejeitado pelo TSE.