Aliados de Bolsonaro admitem que situação de Mauro Cid se complicou, diz colunista

    Percepção piorou após a revelação, nesta sexta-feira (4), de que o militar tentou vender um relógio da marca Rolex

    Foto: Lula Marques/Agência Brasil

    Nos bastidores, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro admitem que a situação jurídica do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens, tem se complicado cada dia mais. A informação é da coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles.

    Segundo o colunista, a percepção piorou após a revelação, nesta sexta-feira (4), de que o militar tentou vender um relógio da marca Rolex recebido pelo então presidente em viagem oficial à Arábia Saudita.

    A negociação veio à tona por meio de documentos enviados à CPMI do 8 de Janeiro com a troca de e-mails oficiais feitas por Cid para vender o relógio. O caso foi revelado pelo jornal O Globo e confirmado pela coluna.

    Em conversas reservadas, bolsonaristas avaliam que as evidências dos possíveis crimes cometidos contra o ex-ajudante de ordens são fortes e tornam o militar cada vez mais “indefensável”.

    Além da negociação do relógio, a CPMI teve acesso a relatório do Coaf que aponta movimentação financeira atípica de R$ 3,2 milhões do ex-ajudante de ordens em apenas sete meses.