Presidente da UPB defende auxílio financeiro emergencial da União aos municípios

    Mais de mil gestores de todo o país se reúnem em Brasília para discutir crise na arrecadação e Reforma Tributária

    Foto: Assessoria UPB

    Durante uma mobilização municipalista que acontece em Brasília, nesta terça-feira (15), com a participação de mais mil gestores de todo o país para discutir a crise na arrecadação e a Reforma Tributária, o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), prefeito Quinho de Belo Campo, defendeu que a Confederação Nacional de Municípios (CNM), junto às associações municipalistas do Brasil, junto com suas bancadas estaduais solicitem do governo federal um Apoio Financeiro aos Municípios (AFM) de forma emergencial. A iniciativa tem o objetivo de tentar reverter o momento de crise que os municípios vivem com oscilação de receitas, uma vez que o período de restituição do imposto de renda impactou o valor do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

    De acordo com Quinho, a maioria dos municípios baianos são de pequeno porte, ‘não possuem receita própria e dependem das transferências constitucionais, por conta disso vêm sofrendo há muito tempo e nos últimos meses tiveram o estrangulamento de suas receitas’.

    Durante a mobilização, que acontece até esta quarta-feira (16), foi proposto que no mês de outubro seja feita uma paralisação nacional dos municípios para chamar a atenção das dificuldades financeiras que ‘afligem os municípios com aumento das despesas e estagnação nas receitas’. O assunto também será discutido na reunião de prefeitos com a bancada federal de deputados e senadores na noite desta terça-feira (15), na Câmara dos Deputados.