Com Gleisi vetada, PT aposta em delegada; PSB se movimenta para Ministério da Justiça

    A indicação da deputada goiana, no entanto, seria válida apenas se o Ministério da Justiça e Segurança Pública fosse dividido em dois

    Foto: Instagram/@delegadaadrianaaccorsi no Facebook

    que Lula (PT) e a deputada federal e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) Gleisi Hoffmann decidiram deixar para o final de 2024 a decisão de fazê-la ministra, o PT agora aposta no nome de Adriana Accorsi (PT-GO) para o ministério da Justiça.

    A indicação da deputada goiana, no entanto, conforme o Metrópoles, seria válida apenas se o Ministério da Justiça e Segurança Pública fosse dividido em dois. Embora Lula esteja inclinado a indicar Ricardo Lewandowski para a vaga, há uma hesitação quanto à possibilidade de a escolha parecer uma demonstração de “gratidão” do petista em relação ao ex-ministro do Supremo Tribunal Federal.

    Accorsi surge como uma opção caseira que contaria com o apoio interno do PT, buscando uma maior presença na Esplanada dos Ministérios. A aceitação de seu nome também seria favorecida pelo fato de ser uma mulher.

    Como delegada da Polícia Civil de Goiás, Accorsi atende a todos os pré-requisitos para assumir o cargo de ministra, conforme destacado por uma liderança do PT.

    Contudo, o PSB, tido como “dono da vaga”, quer Ricardo Cappelli ou Augusto de Arruda Botelho na pasta. Ambos já se movem nos bastidores para conseguir apoio de outras partes do governo para se tornarem ministros.