Em jantar, Lula quebra silêncio sobre prisões do caso Marielle Franco

    Em jantar com deputadas e senadores, presidente da República comentou sobre prisões de suspeitos de serem mandantes da morte da vereadora

    Foto: Ricardo Stuckert/PR

    Publicamente em silêncio sobre o assunto, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou sobre a prisão de três suspeitos de serem os mentores do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol) durante um jantar com deputadas e senadoras na segunda-feira (25) no Palácio da Alvorada, em Brasília, afirma a coluna de Igor Gadelha no Metrópoles.

    A coluna aponta que de acordo com relatos, o chefe do Palácio do Planalto demonstrou indignação com as descobertas sobre os mandantes, sobretudo por serem servidores públicos. O petista também exaltou o trabalho da Polícia Federal (PF), mas ponderou que não há o que comemorar e que, por isso, manterá posição discreta sobre o tema.

    O Metrópoles acrescenta que conforme apontou a PF, o assassinato teria sido encomedado pelos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, respectivamente deputado federal e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ). O delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil, também teria tido participação. Os três foram presos preventivamente no domingo por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes. No caso de Chiquinho Brazão, a prisão terá de ser validada por maioria absoluta dos integrantes da Câmara dos Deputados, conforme prevê a Constituição Federal, complementa a coluna de Gadelha.