Advogadas de Flávio Bolsonaro romperam após reunião gravada por Ramagem

    ‘Questões pessoais que prefiro não expor’, disse Luciana Pires à coluna de Igor Gadelha, sem especificar motivação do rompimento

    Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

    Presentes na polêmica reunião de outubro de 2020, na qual se discutiu o uso da estrutura do governo de Jair Bolsonaro (PL) para blindar investigações do caso das “rachadinhas”, as defensoras do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) romperam após o encontro.

    Conforme Igor Gadelha, no portal Metrópoles, na época, as advogadas Luciana Pires e Juliana Bierrenbach eram sócias e atuavam juntas na defesa de Flávio, mas dois anos depois romperam a sociedade. “Questões pessoais que prefiro não expor”, disse Luciana à coluna, sem especificar a motivação para o fim da sociedade.

    Ainda de acordo com a publicação, apesar de não trabalharem mais juntas, elas mantêm relações com Flávio Bolsonaro e com o ex-chefe da Abin, Alexandre Ramagem, que não só participou da reunião, mas foi responsável por gravar o encontro.

    Segundo Igor Gadelha, Luciana costuma dizer que é amiga pessoal de Ramagem, enquanto Juliana é irmã de Bruno Bonetti, atual presidente do PL municipal do Rio de Janeiro e primeiro suplente de Romário (PL-RJ) no Senado. Como dirigente, Bruno tem atuado na organização da campanha do deputado federal e ex-chefe da Abin à prefeitura do Rio.