Dólar dispara e bate R$ 5,90 com notícia de isenção de IR até R$ 5 mil

    Segundo O Globo e Folha, Haddad anunciará isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil em pronunciamento

    Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil

    O dólar comercial salta mais de 1% e chega a superar os R$ 5,90 após serem divulgadas algumas informações, ainda não oficiais, sobre o pronunciamento de Fernando Haddad, ministro da Fazenda, de acordo com informações do portal InfoMoney.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fará pronunciamento em rede nacional às 20h30 desta quarta-feira, em meio às expectativa por medidas fiscais. Segundo O Globo e a Folha de S. Paulo, Haddad anunciará isenção de Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil em pronunciamento, o que aumentou as preocupações sobre o equilíbrio das contas públicas do governo.

    A visão é de que o anúncio da reforma do IR agora poderia lançar dúvidas sobre o futuro das contas públicas, num momento em que o esforço é justamente para aumentar a credibilidade no fiscal.

     

    Qual é a cotação do dólar hoje?

    Às 14h05 (horário de Brasília), o dólar comercial saltava 1,28%, a R$ 5,882 na compra e na venda, após máxima de R$ 5,901.

    Às 9h16, o dólar comercial operava com alta de 0,18%, cotado a R$ 5,817 na compra e R$ 5,819 na venda. Na B3 o contrato futuro subia 0,16%, a 5.822 pontos.

    Na terça-feira, o dólar à vista fechou o dia com leve alta de 0,10%, cotado a 5,8096 reais.

     

    Dólar comercial

    Compra: R$ 5,891

    Venda: R$ 5,891

     

    Dólar turismo

    Compra: R$ 5,859

    Venda: R$ 6,039

     

    O que acontece com o dólar hoje?

    Em ofício, a Presidência informou a convocação da Rede Nacional de Rádio e Televisão para o pronunciamento do ministro, e prevê duração de sete minutos e 18 segundos.

    Pouco depois, o Ministério da Fazenda divulgou imagem para divulgação do pronunciamento, com o slogan “Brasil Mais Forte. Governo Eficiente, País Justo”.

    Os mercados vêm aguardando há tempos a divulgação do pacote de cortes de gastos. A demora, já que o governo havia prometido as medidas para depois do segundo turno das eleições municipais, vem gerando pressão sobre os ativos brasileiros.