Aladilce minimiza alta aprovação do prefeito Bruno Reis

    A vereadora também questionou o instituto Paraná Pesquisas

    Foto: Henrique Costa/Bahia.ba

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    A vereadora da oposição, Aladilce Souza (PCdoB), minimizou a aprovação de 78% do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), divulgada nesta segunda-feira (11). A parlamentar questionou o instituto que realizou a pesquisa.

    Aladilce afirmou que a Paraná Pesquisas é o mesmo instituto que cravou a vitória de ACM Neto (União Brasil) para governador em 2022. Nas urnas, no entanto, quem venceu foi Jerônimo Rodrigues (PT), atual governador do Estado.

    “Quero dizer que temos vários institutos fazendo pesquisas e muitas vezes os resultados são muito divergentes. Depende de metodologia, depende daquele momento, é um retrato de um momento que é dado e a gente tem que observar que esse instituto foi o mesmo que na eleição passada para governo do estado deu a ACM Neto ganhando em dois momentos de pesquisa e nós vimos que o resultado da eleição foi favorável a Jerônimo Rodrigues”, disse a vereadora.

    A parlamentar ponderou a Paraná Pesquisas. Segundo Aladilce, o instituto não previu, na época, o resultado que daria vitória a Jerônimo Rodrigues, já que nenhuma pesquisa feita para ocupar o cargo de Executivo colocou o petista em vantagem.

    A edil citou o ‘data povo’, que é a pesquisa feita com a comunidade e explicou: “O que eu tenho visto na periferia, nos bairros, nos locais, não só na periferia, mas em todos os locais que a gente tem ido, é muita insatisfação, seja pela conservação da cidade”, declarou.

    “Os bairros populares estão amontoados de lixo, entulho, nós estamos com o transporte muito ruim, a cidade cheia de buraco, a população que mora no lado da Orla Atlântica revoltada com a verticalização, a ocupação das áreas verdes, o leilão de áreas verdes, a saúde, a falta, a dificuldade de acesso a consultas, a exames. Então, essa insatisfação que está generalizada na cidade destoa desse resultado dessa pesquisa. Então, por isso que eu acho que a gente precisa relativizar”, completou a parlamentar.