Éden critica tarifa de ônibus em Salvador após aumento em São Paulo

    O petista também voltou a defender o Projeto Tarifa Zero, política apoiada pelo PT e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva

    Foto: Divulgação

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    O secretário de Comunicação do Partido dos Trabalhadores (PT), Éden Valadares, criticou nesta terça-feira (6) o valor da tarifa de ônibus em Salvador, que passou a custar R$ 5,90 após reajuste anunciado pela Prefeitura.

    A manifestação ocorreu após a divulgação do aumento da passagem em São Paulo, onde o valor foi reajustado para R$ 5,30.

    Em publicação nas redes sociais, Éden comparou os preços praticados nas duas capitais e destacou que, mesmo sendo a maior e mais rica cidade do país, São Paulo mantém uma tarifa inferior à de Salvador.

    Para ele, o reajuste promovido pela gestão do prefeito Bruno Reis impacta de forma mais severa a população de baixa renda.

    “Entrou em vigor a nova tarifa de ônibus em São Paulo: R$ 5,30, após aumento de 6%. Em Salvador, a passagem custa R$ 5,90. Parece piada, mas é isso mesmo que vocês estão lendo: a capital mais rica do país paga menos que Salvador pelo transporte público”, declarou Éden.

    Segundo o dirigente petista, o aumento da passagem pesa especialmente no orçamento de quem recebe salário mínimo e contribui para ampliar desigualdades sociais.

    Éden argumentou que tarifas elevadas dificultam o acesso da população mais pobre a serviços essenciais, como trabalho, saúde e educação.

    O petista também voltou a defender o Projeto Tarifa Zero, política apoiada pelo PT e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que prevê a gratuidade do transporte público como forma de garantir mobilidade urbana e justiça social.

    “É por isso que defendemos o Projeto Tarifa Zero, pauta do governo Lula e do PT para garantir justiça social e dignidade para quem mais precisa”, disse.

    De acordo com o secretário, a proposta parte do entendimento de que o transporte coletivo deve ser tratado como um direito e não como um serviço orientado apenas pela lógica do mercado.

    “Enquanto alguns tratam transporte como negócio, o governo Lula trata como direito. Não dá pra aceitar que o trabalhador pague a conta da desigualdade”, concluiu o dirigente.