Dezenove senadores mudam opinião na segunda votação

    Parlamentares opinaram pela cassação de Dilma Rousseff, mas rejeitaram, em uma segunda votação, inabilitação da petista para cargos públicos

    Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

    Após opinarem pela cassação de Dilma Rousseff (PT), dezenove senadores rejeitaram, em uma segunda votação, que a petista ficasse impedida de disputar eleições ou ocupar cargos públicos.

    Um dos senadores a adotar tal posicionamento foi o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). Oito peemedebistas, no total, votaram pelo impeachment de Dilma mas sem inabilitação política, entre eles dois ex-ministros da petista: Eduardo Braga e Edison Lobão.

    Dos 19 referidos senadores, três se abstiveram na segunda votação: Eunício Oliveira (PMDB-CE), Maria do Carmo Alves (DEM-SE) e Valdir Raupp (PMDB-RO). Outros 16 parlamentares votaram expressamente contra a inabilitação de Dilma. São eles:

    Acir Gurgacz (PDT-RO)
    Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
    Cidinho Santos (PR-MT)
    Cristovam Buarque (PPS-DF)
    Edison Lobão (PMDB-MA)
    Eduardo Braga (PMDB-AM)
    Hélio José (PMDB-DF)
    Jader Barbalho (PMDB-PA)
    João Alberto Souza (PMDB-MA)
    Raimundo Lira (PMDB-PB)
    Renan Calheiros (PMDB-AL)
    Roberto Rocha (PSB-MA)
    Rose de Freitas (PMDB-ES)
    Telmário Mota (PDT-RR)
    Vicentinho Alves (PR-TO)
    Wellington Fagundes (PR-MT)