Aladilce defende mais mulheres no Congresso ao comentar vaga de suplente ao Senado

    Parlamentar classificou o próximo pleito como decisivo e defendeu que a presença feminina seja ampliada

    Foto: André Souza/Bahia.ba

    A vereadora de Salvador Aladilce Souza afirmou nesta terça-feira (3) que recebeu com “alegria muito grande” a indicação do Partido Comunista do Brasil (PC do B) para a vaga de suplência ao Senado na chapa que será montada para as eleições de 2026.

    Em entrevista ao bahia.ba, na Câmara Municipal de Salvador, a parlamentar classificou o próximo pleito como decisivo e defendeu que a presença feminina seja ampliada nos espaços de poder.

    Segundo ela, o país vive “um momento, um contexto político nacional” em que a disputa será “muito difícil” e representará “uma eleição das nossas vidas”. Para Aladilce, as mulheres precisam ocupar esse espaço porque as pautas femininas atravessam todos os grandes debates nacionais.

    A vereadora também vinculou sua indicação ao projeto político que sustenta o governo federal e estadual. Ela afirmou que é preciso “reeleger o presidente Lula, reeleger o governador Jerônimo”, pois, em sua avaliação, é esse grupo que “afirma a democracia no nosso país” e evita “o risco de retrocesso”.

    Ao tratar da representatividade, Aladilce disse que sua participação na chapa não deve ser vista como uma questão pessoal, mas coletiva. De acordo com a parlamentar, as mulheres ainda não chegam a 20% do Congresso Nacional e, por isso, é necessário “buscar esses espaços de representatividade” para que a maioria da população esteja proporcionalmente representada.

    Ela também destacou que, embora a suplência não seja o posto titular, o cargo tem papel político na campanha. “A gente está na chapa, levanta o debate, participa da campanha” e contribui “para o avanço da democracia e da representação da mulher”, afirmou.

    Ao defender a reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, Aladilce reforçou o alinhamento do PC do B ao campo governista na Bahia para 2026, com ênfase na ampliação da participação feminina nas chapas majoritárias.