Ana Paula Matos destaca legado de Moraes Moreira após homenagem em Salvador

    Vice-prefeita afirmou que homenagem ao cantor na Praça Castro Alves é histórica

    Foto: João Lucas Dantas/Bahia.ba

    A vice-prefeita de Salvador e secretária municipal de Cultura e Turismo, Ana Paula Matos, participou da inauguração da estátua em homenagem a Moraes Moreira, realizada nesta quinta-feira (12), na Praça Castro Alves.

    Durante o evento, ela destacou a importância do artista para a identidade cultural da Bahia e classificou a homenagem como um marco para a cidade:

    “Moraes Moreira é um dos nossos grandes símbolos de baianidade, símbolo de festa, de cultura, de inteligência, de referência para a gente. Então, poder estar aqui no quadrilátero das artes, tendo a sua estátua, fazendo essa homenagem, acho que isso é uma homenagem histórica merecida. E fico feliz de ser feliz no turismo e ser vice-prefeita nesse momento tão importante”, afirmou.

    A cerimônia também marcou o início das celebrações pelos 40 anos da Fundação Gregório de Mattos (FGM), instituição responsável por diversas políticas culturais em Salvador. Ana Paula ressaltou o papel da fundação na ampliação do acesso à cultura nas comunidades da capital baiana.

    “A Fundação Gregório de Matos está nas comunidades. Ela descentraliza, de fato, a nossa capacitação, a formação, o acesso aos editais da cultura”, disse.

    Segundo a gestora, a trajetória da instituição demonstra um compromisso histórico com a democratização das políticas culturais na cidade, desde sua criação:

    “Quando a gente tem uma oportunidade de comemorar, trazendo essa história, entendendo que começa lá atrás com o Mário Kertész, levando para a comunidade palcos andantes, com oficinas de teatro, de dança, de artes, e que a gente, na época já de [ACM] Neto, agora comigo e Bruno [Reis], também fortalece esse processo, criando centros culturais nas comunidades”, destacou.

    Para Ana Paula Matos, esse trabalho reafirma a importância de levar ações culturais para diferentes regiões de Salvador. “Isso mostra o nosso entendimento da força da descentralização da cultura e da potência das nossas comunidades”, concluiu.