Crise financeira pode tirar programas de candidatos do ar

    O fim do financiamento das empresas e a crise financeira seriam responsáveis por alguns postulantes estarem sem fôlego financeiro para mais uma semana

    Foto: EBC

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    Nos bastidores das campanhas é comentário geral que a falta de dinheiro é o principal, e o mais difícil de enfrentar, adversário dos candidatos à prefeitura de Salvador. Sem o financiamento das empresas e a crise financeira, alguns deles estariam sem fôlego financeiro para mais uma semana de programa eleitoral.

    A situação mais confortável é a do prefeito ACM Neto (DEM). Os demais, travam duas batalhas: derrotar o atual gestor, líder das pesquisas de intenção de votos, e driblar a falta de recursos.

    O Sargento Isidório (PDT), por exemplo, confessou ter recebido apenas R$ 150 mil do seu partido e, de cuia na mão, arrecadado mais uns R$ 30 mil com amigos e parentes, pedidos aqui e acolá, muito pouco para pagar as contas.

    Na campanha de Alice Portugal (PCdoB) também a fatura não fecha. Ela admitiu a dificuldade e até lançou um programa digital para doações à sua campanha.

    Do jeito que as coisas andam, é capaz de a crise financeira terminar tirando do ar o programa de alguns candidatos e, ao final do horário eleitoral, aparecer apenas a tela azul com o aviso “reservado à propaganda eleitoral gratuita”.