VÍDEO: Claudia e Ivete trocam acenos durante micareta em São Paulo

    O momento de descontração aconteceu durante a Micareta São Paulo, realizada nesta quinta-feira (4)

    Foto: Reprodução/Youtube


    Após meses de especulações sobre um possível afastamento, as cantoras Claudia Leitte e Ivete Sangalo protagonizaram um momento de descontração durante a Micareta São Paulo, realizada nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi.

    Antes de encerrar sua apresentação ao som de “Taquitá”, Claudia enviou beijos para sua equipe e também para Ivete, gesto que foi comemorado pelo público presente. A artista ainda cumprimentou a cantora Aline Rosa, que também participava do evento.

    Pouco depois, já em seu trio, Ivete respondeu ao carinho da colega. Enquanto cantava “Vampirinha”, a baiana brincou com a letra da música e mandou um recado: “Alô, Claudinha! Vou te chupar”, arrancando risos e aplausos dos foliões.

    A troca de mensagens foi interpretada por fãs como um sinal de reaproximação entre as artistas, que estiveram no centro de rumores de desentendimento nos últimos meses.

    Assista

    (Vídeo: Reprodução/Instagram/@patolino.sincero1)


    Entenda a polêmica entre Ivete e Claudia

    A relação entre as cantoras Ivete Sangalo e Claudia Leitte voltou ao centro das atenções após uma controvérsia envolvendo a música Caranguejo. Claudia passou a substituir, em apresentações ao vivo, o verso original “saudando a rainha Iemanjá” por “eu canto meu rei Yeshua”, referência a Jesus em hebraico.

    A mudança gerou críticas de representantes da cultura afro-brasileira, que consideraram a alteração um apagamento de elementos históricos e religiosos ligados às raízes do axé music. O debate ganhou força após Ivete demonstrar apoio a uma publicação que criticava a retirada de referências aos orixás das canções do gênero.

    Embora nenhuma das artistas tenha confirmado um desentendimento direto, o fato de ambas terem deixado de se seguir nas redes sociais alimentou especulações sobre um afastamento. O episódio ampliou a discussão sobre liberdade religiosa, intolerância religiosa e a preservação da herança cultural afro-baiana presente no axé.