Publicado em 10/07/2026 às 15h17.

Deputado diz que ACM Neto criou crise no transporte e agora promete solução

"Perdeu mais uma grande oportunidade de ficar calado", afirmou Robinson Almeida

Redação
Foto: Divulgação / Assessoria

 

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) criticou nesta sexta-feira (10) a declaração do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil), que afirmou que poderá resolver os problemas do transporte público da capital em três meses caso seja eleito governador da Bahia. Para o petista, o adversário tenta atribuir a si a solução para uma crise que, segundo ele, teve origem durante sua gestão à frente da prefeitura.

“ACM Neto perdeu mais uma grande oportunidade de ficar calado, mas insistiu em querer enganar o povo de Salvador ao dizer que vai resolver o problema do transporte público em três meses, se eleito governador”, afirmou Robinson.

O parlamentar sustentou que o sistema de transporte da capital se deteriorou ao longo dos oito anos da administração de ACM Neto e afirmou que a atual gestão municipal aprofundou as dificuldades enfrentadas pelos usuários. “Agora diz que resolverá, em três meses, o problema que ele criou e que Bruno Reis vem agravando. Isso não convence quem enfrenta ônibus lotados e linhas reduzidas todos os dias”, declarou.

Na avaliação do deputado, os principais investimentos em mobilidade urbana realizados em Salvador partiram do Governo da Bahia. Robinson citou a implantação do metrô e o avanço das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) como iniciativas voltadas à ampliação da oferta de transporte público e à integração do sistema.

“Foi o Estado que entregou o metrô e agora avança com o VLT, obras que ampliam a oferta de transporte e melhoram a integração do sistema”, disse.

Ao concluir, o petista defendeu que a solução para o transporte público passa por uma mudança no comando da administração municipal. “O que Salvador precisa é retirar da prefeitura o grupo político que destruiu o sistema. Não adianta prometer em três meses o que não foi capaz de fazer em oito anos. O povo sabe quem criou o problema e quem está trabalhando para enfrentá-lo”, concluiu.

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