Fechamento da Tigre agita os políticos de Camaçari

    A empresa não explicou porque quer encerrar suas atividades na Bahia

    O anúncio do fechamento da Tigre em fevereiro de 2017, indústria que fabrica tubos e conexões, em Camaçari, agitou o mundo político local. Ao todo, 261 trabalhadores efetivos e mais de 900 terceirizados estão ameaçados de ficar desempregados. A empresa se proclama um multinacional 100% brasileira.

    A Tigre tem quatro fábricas em São Paulo e mais em Santa Catarina, Paraná, Pernambuco e Alagoas, além de nos EUA e em quase toda a América do Sul (a exceção da Guiana e Venezuela). Em Camaçari, foca o abastecimento do Nordeste. A empresa não explicou porque quer encerrar suas atividades na Bahia.

    Dilson Vasconcelos Soares, o Dentinho do Sindicato, também vereador eleito em Camaçari pelo PT, que é da diretoria do Sindiquímica, tenta sensibilizar as autoridades baianas a entrarem na luta para evitar o fechamento.