Prates nega tentativa de ‘golpe’ para votar aumento de salário

    Paulo Câmara acusou os vereadores, na última terça-feira (13), de tentaram dar um “golpe” na cidade para apreciar reajuste

    Foto: Reginaldo Ipê / CMS.

    O vereador Léo Prates (DEM), que deve comandar a Câmara Municipal no biênio 2017/2018, negou, na tarde desta quinta-feira (15), que tenha ocorrido uma tentativa de “golpe” para votar o aumento de salários dos edis, como acusou o presidente do Legislativo, Paulo Câmara (PSDB).

    Em entrevista coletiva na última-feira (13), o tucano disse ter recebido “vários pedidos de vereadores do governo e da oposição” para que o reajuste fosse votado. “Essa matéria tem que ser tratada com muita responsabilidade e transparência com a população. Se a gente votasse isso hoje, passaria para a população que teria sido feito um pré-acordo para fazer a mistura das votações. Seria um golpe para a cidade”, afirmou.

    Ao bahia.ba, Prates minimizou a declaração do tucano e disse que não “há possibilidade de golpe ou de pressão” dos vereadores para votar os subsídios. O democrata ressaltou que o reajuste depende de uma decisão do presidente do Legislativo.