STF liberta mulher presa há seis anos por furto de R$ 42

    Caso de Georgina Gonçalves, presa por furtar cinco frascos de chiclete e dois desodorantes em um supermercado, foi parar na Segunda Turma do Supremo

    Foto: Divulgação/STF

    A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a mesma responsável por julgar os casos da Lava Jato na Corte, determinou nesta terça-feira (7) a libertação de uma mulher presa há seis anos por furtar cinco frascos de chiclete e dois desodorantes em um supermercado, em Varginha (MG).

    Por três votos a dois, o STF decidiu pela soltura de Georgina Gonçalves, por considerar o caso como “crime de bagatela”, uma espécie de delito que não causa qualquer prejuízo financeiro ou físico a ninguém, segundo informações do Globo.

    O valor dos objetos furtados era, no total, de R$ 42. Votaram pela libertação os ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli. Já os ministros Ricardo Lewandowski e Edson Fachin queriam manter a ré presa.