Mariz recusa convite para ser assessor no governo do amigo Temer

    “A minha colaboração poderia se dar através de sugestões ou como integrante de alguma comissão ou comitê gestor", sugeriu o criminalista

    (Foto: Divulgação / STF)
    Foto: Divulgação / STF

    Por “razões profissionais e pessoais”, o criminalista Antonio Cláudio Mariz de Oliveira recusou convite do presidente Michel Temer (PMDB), seu amigo, para assumir um cargo no governo. De acordo com a colunista Andréia Sadi, do G1, o peemedebista gostaria que o advogado fosse assessor especial da Presidência, com cargo no Palácio do Planalto, e atuasse na questão penitenciária.

    Segundo o Estado de S. Paulo, a decisão foi confirmada na noite desta segunda-feira (6) em uma ligação telefônica entre os dois. “Fiquei honrado com o convite do presidente para integrar uma assessoria que cuidaria da questão penitenciária, mas por razões profissionais e pessoais eu declinei do convite”, declarou Mariz à imprensa.

    “A minha colaboração poderia se dar através de sugestões ou como integrante de alguma comissão ou comitê gestor que viesse a ser criado pela Presidência da República para a área penitenciária”, se esquivou Mariz.