No miolo da seca, Serrinha espera a ajuda que não veio

    "Estamos pedindo cestas básicas, dinheiro para contratar carros-pipa e por aí. Os estragos da seca demoraram a sarar", disse o prefeito do município

    Foto: Divulgação

    Adriano Lima (PMDB), prefeito de Serrinha, núcleo da região sisaleira, embora esteja no olho da seca que castiga a Bahia, a pior dos últimos 100 anos, diz que apesar que o governo tenha reconhecido em janeiro a emergência por lá, até agora não recebeu um centavo. Aguarda a conclusão do processo burocrático:

    — Estamos pedindo cestas básicas, dinheiro para contratar carros-pipa e por aí. Os estragos da seca demoraram a sarar.