Bahia se manifesta após mortes no dia do Ba-Vi: ‘É revoltante’

    Clube prestou solidariedade às famílias e cobrou investigação dos episódios registrados em Salvador

    Foto: Catarina Brandão/EC Bahia

    O Bahia se manifestou nesta segunda-feira (24) sobre os episódios de violência registrados em Salvador no último domingo (23), dia do clássico contra o Vitória, no Barradão. Em comunicado oficial, o Tricolor lamentou as mortes de torcedores, repudiou os atos de violência e pediu rigor na apuração dos casos.

    Dois integrantes da Bamor tiveram as mortes comunicadas pela própria torcida organizada nas redes sociais: José Alexandre Souza Borges, de 28 anos, e Lucas dos Reis Bonfim, de 19.

    Ao abordar os acontecimentos, o Bahia classificou como “inadmissível” que a rivalidade no futebol seja utilizada como justificativa para atos criminosos.

    Na sequência, o Esquadrão defendeu que o ambiente do futebol seja preservado como espaço de convivência e lazer, além de demonstrar preocupação com a segurança dos torcedores.

    “Não há rivalidade que justifique. É inadmissível, é revoltante e é insustentável. O futebol jamais pode ser utilizado como justificativa para atos criminosos. Futebol é saúde, integração e lazer. Não é terror e morte. Não podemos normalizar que sair de casa para torcer torne-se algo perigoso”, notificou.

    Comunicado oficial do Bahia

    O Esporte Clube Bahia SAF lamenta profundamente e repudia com veemência os episódios de violência registrados antes do clássico deste domingo (23), que resultaram na morte de torcedores.

    Não há rivalidade que justifique. É inadmissível, é revoltante e é insustentável.

    O futebol jamais pode ser utilizado como justificativa para atos criminosos. Futebol é saúde, integração e lazer. Não é terror e morte. Não podemos normalizar que sair de casa para torcer torne-se algo perigoso.

    Nos solidarizamos com as vítimas e seus familiares e esperamos das autoridades uma investigação profunda e a punição rigorosa dos responsáveis.

    O Bahia seguirá defendendo o futebol como ferramenta de inclusão e socialização, onde a vida esteja sempre em primeiro lugar.