Susana Garcia destaca recomeços na pré-estreia de “Minha Melhor Amiga”

    Cineasta revelou detalhes sobre a concepção do filme e as inspirações por trás do projeto.

    Foto: Luiza Gonçalves/Bahia.ba
    Em noite movimentada no Cinemark do Salvador Shopping nesta terça-feira (1º), a diretora Susana Garcia marcou presença ao lado do elenco e da equipe para a pré-estreia do longa Minha Melhor Amiga”. Em entrevista exclusiva ao bahia.ba, a cineasta revelou detalhes sobre a concepção do filme e as inspirações por trás do projeto.
    Segundo Susana, a ideia de transformar a história em um longa-metragem atendeu a um pedido direto do público. A fagulha inicial surgiu a partir de conteúdos cotidianos compartilhados nas redes sociais, que ganharam força e identificação com os fãs.
    “Na verdade, esse filme foi uma demanda do público, que partiu dos vídeos delas em que viajavam com as filhas. A partir daí, a gente foi fazer um roteiro em que pensamos no que queríamos falar”, explicou a diretora.

    Vivências reais e a maturidade feminina

    O longa traz para as telas as nuances da fase dos 50 anos, momento marcado por transformações profundas na vida pessoal, na maternidade e nas relações interpessoais. Para Susana Garcia, a identificação do espectador com as dilemas das personagens é o ponto central da narrativa.
    “Eu tenho 50 anos, a Mônica [Martelli], a Ingrid [Guimarães] são mulheres de 50 anos. Pensamos nas nossas vivências, no que a gente vê das mulheres… O que as mulheres gostam de ouvir e se identificam. Eu gosto muito de fazer filmes que as pessoas se reconheçam”, destacou.

    “Nunca é tarde para recomeçar”

    Além da comédia e da cumplicidade entre amigas, “Minha Melhor Amiga” convida o público a refletir sobre quebrar expectativas e buscar novas caminhos, independentemente da idade.
    “A gente fala de ressignificar a vida, a profissão, o amor e a maternidade também, com filhas adolescentes. É uma história de romper. De você achar que já está com o futuro todo certo e ver que pode mudar de rumo, ressignificar sua vida. Nunca é tarde para recomeçar”, concluiu a cineasta.