A atriz Mônica Martelli, protagonista de “Minha Melhor Amiga”, marcou presença na pré-estreia do filme em Salvador na noite desta terça-feira (1º) e compartilhou com exclusividade uma história curiosa sobre o início de sua amizade com Ingrid Guimarães, que também integra o elenco.
Segundo Mônica, o episódio aconteceu durante uma viagem das duas e ela jura que não foi roteirizado, mas que parecia uma verdadeira cena cinematográfica. A trama da vida das atrizes, de como nasceu a amizade, envolve viagem para a serra, fogo e uma expulsão. “Amor, a gente já colocou fogo no chalé”, revelou.
Amizade entre Mônica e Ingrid Guimarães forjada no fogo do chalé destruído
De acordo com a atriz, as duas estavam hospedadas em um chalé na Serra quando tentaram acender uma lareira. Durante a conversa, uma sequência envolvendo álcool e uma bolinha de papel provocou um incêndio no local. “A gente viajou juntas, eu e Ingrid, a gente foi para a Serra, alugou um hotel e a gente foi ligar a lareira. A gente conversando, tinha uma bolinha de papel que a gente jogava álcool. Aí a gente conversando, o álcool foi caindo assim… A gente botou fogo, tipo três porquinhos, acabou o chalezinho”, explicou com bom humor como destruíram o chalé que se hospedaram em viagem e comparou a situação com a da do conto dos três porquinhos.
Após o incidente, Mônica contou que as duas foram expulsas da pousada, mas que apesar da situação inusitada, a atriz considera que o episódio marcou o começo de uma grande amizade. “A gente foi expulso da pousada e assim começou a nossa amizade”, disse.
Influência de Paulo Gustavo no filme
Durante a entrevista exclusiva, Mônica também foi questionada sobre uma possível influência de Paulo Gustavo no filme “Minha Melhor Amiga”.
O ator e comediante, que morreu em 2021, mantinha uma relação próxima com as duas atrizes e fez diversos filmes de comédia, inclusive ao lado de Mônica. Ao falar sobre a presença dele na produção, Mônica destacou as lembranças e ensinamentos deixados pelo amigo.
“Cara, Paulo Gustavo, ele tá dentro da gente o tempo inteiro, de gente falar, tudo que ele sabe. Ensinou pra gente tudo que a minha convivência com ele, várias coisas que eu falo no filme que eu falo, nossa Paulo Gustavo falaria isso, nossa Paulo Gustavo, porque é um jeito de falar, eu sou de Macaé – Niteroi”, disse.
Mônica também ressaltou, com carinho, as semelhanças entre ela e Paulo Gustavo, especialmente na maneira de falar e no humor. “A gente é muito próximo, a gente fala muito parecido, nosso humor sempre foi muito parecido, então Paulo Gustavo foi um dos maiores humoristas desse país, eu acho que ele deixou um legado, é um jeito de humor que eu acho que tá no filme, as pessoas vão identificar, muita gente vai olhar e falar: caramba, é muita cara do Paulo Gustavo”, disse a atriz.

