Ministra da Cultura celebra reinauguração do Teatro Vila Velha

    Ministra relembra trajetória no espaço cultural como cantora

    Foto: André Souza / bahia.ba

    A ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou da reinauguração do Teatro Vila Velha, em Salvador, nesta sexta-feira (25), e destacou a importância do equipamento para a produção artística local.

    Ao comentar a entrega, ela classificou o momento como “bonito” e relembrou a relação pessoal e profissional com o espaço, onde iniciou parte de sua trajetória na música no Teatro Vila Velha.

    “É uma coisa bonita, estou aqui por um momento, muito mais pela minha solteropolitanidade, sou a cidadã daqui, mas sou também uma pessoa da cena, da cultura, da arte”, afirmou. Margareth também recordou a participação no Troféu Caymmi, em 1985, quando apresentou seu primeiro show musical no teatro.

    “Meu primeiro show musical foi aqui, concorrendo ao Troféu Caymmi em 1985, e eu ganhei”, disse saudosa ao lembrar do início da carreira. A declaração reforça a relação histórica entre o Teatro Vila Velha e a formação de artistas que ganharam projeção na Bahia e no país.

    Margareth Menezes também avalia a revitalização do espaço a partir de sua atuação à frente do Ministério da Cultura. Para ela, a reabertura representa uma contribuição para o fortalecimento das artes cênicas no país.

    “Como ministra, também para reconhecer essa entrega importante para a cena teatral, a cena das artes cênicas, não só de Salvador, também do Estado, como também do Brasil, pela história, pelo que significa o Teatro Vila Velha”, disse.

    Ministra defende economia criativa e geração de emprego e renda

    A ministra ainda defendeu que a melhoria da estrutura cultural beneficia tanto os profissionais do setor quanto o público. “Equipamentos culturais melhor, porque no equipamento cultural como esse, você consegue movimentar a cena, trazer possibilidades do encontro do público com os seus artistas, gerando emprego e renda”, afirmou.

    Margareth Menezes também enfatizou a necessidade de ampliar os investimentos na economia criativa e na produção artística, que gera impacto direto na cidade, com geração de emprego e renda. “A gente não perder de vista essa questão da economia criativa, e uma entrega como essa, impacta na vida, positivamente, na vida de muitas pessoas, da cidade, mas também de toda a cena da produção cultural e artística da nossa cidade e do nosso estado”, afirmou.