UESC investiga professor por suposto assédio moral

    Além disso, o professor teria descumprido normas de ensino na modalidade remota

    UESC (Universidade Estadual Santa Cruz) (Foto: reprodução/UESC)

    A UESC (Universidade Estadual de Santa Cruz), em Ilhéus, abriu uma sindicância para apurar a denúncia de um suposto caso de assédio moral e perseguição promovidos por um professor do Departamento de Ciências Exatas. Decisão foi tomada na quarta-feira (30) e publicada no Diário Oficial do Estado da Bahia de quinta-feira (1º).

    Segundo a portaria, o assédio e a perseguição teriam sido observados ao direcionar notas e praticar atos geradores de constrangimento no ambiente acadêmico. Além disso, o professor teria descumprido normas de ensino na modalidade remota sem respaldo formal ou prévia autorização.

    A universidade designou dois professores para conduzir o processo e ambos devem apresentar, em até 30 dias úteis, um relatório para a Reitoria da UESC. Medida foi assinada pelo reitor Alessandro Fernandes de Santana.

    A reportagem do bahia.ba entrou em contato com a UESC e com o DCE (Diretório Central dos Estantes) da universidade, mas, até o momento de publicação, não recebeu resposta. O espaço segue aberto para manifestação.

    Sobre a UESC

    A Universidade Estadual de Santa Cruz tem 54 anos e surgiu de escolas isoladas criadas no eixo Ilhéus/Itabuna, na década de 60. A universidade fica entre os polos urbanos de Ilhéus e Itabuna – no endereço oficial, consta “Rodovia Jorge Amado, Km 16, Bairro Salobrinho”. 

    A UESC tem cerca de 6 mil alunos e oferece mais de 40 cursos de graduação e pós-graduação.