Durante anúncio oficial promovido na tarde desta segunda-feira (19) no Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), ao lado da presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, e da ministra da Cultura, Margareth Menezes, confirmou que a nova sede física do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Salvador será aberta no dia 21 de novembro.
O equipamento cultural funcionará no histórico Palácio da Aclamação, marcando a instalação definitiva da instituição na capital baiana após um período de atividades itinerantes em espaços parceiros.
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O anúncio ocorreu após uma visita mediada à exposição Atlântico Sertão, em cartaz no MAB, ocasião em que o chefe do Executivo baiano destacou o impacto do novo espaço para o fortalecimento do turismo, da economia criativa e da preservação do patrimônio histórico.
“A partir de 21 de novembro, as portas do Centro Cultural Banco do Brasil na Bahia se abrem definitivamente. Como a presidenta falou, estamos falando de cultura, de economia e de espaços com cinema, teatro e uma vista maravilhosa que vocês conhecem. Estou aqui a transmitir a nossa alegria. E quem sabe o presidente Lula possa vir assistir conosco às nossas exposições”, declarou Jerônimo Rodrigues.
Parceria com a Fundação Banco do Brasil
Jerônimo Rodrigues ressaltou a articulação jurídica e técnica desenvolvida em conjunto com a Fundação Banco do Brasil para viabilizar o uso do Palácio da Aclamação sem pendências administrativas, permitindo a restauração e ocupação contínua do imóvel que integra o patrimônio do estado.
“Quero agradecer à presidenta Tarciana e a toda a sua equipe, que minuciosamente encontrou as saídas e os desafios para que nenhum rastro jurídico equivocado ficasse, para que a gente possa perdurar cada vez mais utilizando o Palácio da Aclamação num ambiente bonito e rico”, pontuou o governador.
Ao destacar o papel das políticas culturais no cenário nacional, o gestor relembrou os gargalos enfrentados pelo setor em anos anteriores e defendeu o apoio continuado às manifestações artísticas do país.
“O presidente Lula tem sido um defensor e um guardião da cultura brasileira e baiana. A cultura não pode e faz um apelo para que não volte a passar o que passou quando o Ministério da Cultura foi tesourado. Nós não haveremos de rever esse momento”, frisou Jerônimo.
Celebração das manifestações regionais
Ao comentar sobre a mostra Atlântico Sertão, o governador elogiou a sensibilidade das curadoras ao integrar as identidades litorânea e sertaneja do estado no projeto expositivo, ressaltando o entusiasmo da classe artística com a chegada da sede permanente.
“Nós vimos o que há de mais nobre no conceito de juntar o Atlântico com o Sertão. Essas misturas só a cultura pode fazer para que a gente não tenha preconceito”, avaliou.
“Estou muito feliz, com o vice-governador Geraldo Júnior, a secretária de Cultura, grupos folclóricos e culturais, todos muito a aguardar os próximos anúncios. A cultura não vai ficar para trás”, concluiu.

