Operação investiga venda irregular de medicamentos em Camaçari

    Homem é suspeito de ser responsável pela venda irregular de substâncias injetáveis utilizadas em procedimentos estéticos e melhora do desempenho esportivo

    Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão contra a venda irregular de medicamentos e anabolizantes em Camaçari (Foto: Divulgação / Anderson Oliveira / Ascom-PCBA)

    A Polícia Civil da Bahia cumpriu, nesta sexta-feira (6), mandados de busca e apreensão, durante operação contra a venda irregular de medicamentos e anabolizantes em Camaçari, na RMS (Região Metropolitana de Salvador).

    Durante a ação, foram apreendidas substâncias injetáveis utilizadas em procedimentos estéticos e melhora do desempenho esportivo e uma arma de fogo.

    A operação realizou as buscas em um estabelecimento comercial e na residência de um homem. A ação foi realizada pela DECON (Delegacia de Defesa do Consumidor), que é vinculada ao DEIC (Departamento Especializado em Investigações Criminais), com apoio técnico da VISA (Vigilância Sanitária).

    Homem é investigado por crimes contra a saúde pública

    Durante a Operação Dose Clandestina, os oficiais realizaram buscas na casa de um homem, de 29 anos, investigado por crimes contra a saúde pública e as relações de consumo na cidade. Ele é suspeito de ser responsável pela venda irregular de substâncias injetáveis utilizadas em procedimentos estéticos e melhora do desempenho esportivo.

    No imóvel, localizado no bairro Gravatá, foram apreendidos canetas emagrecedoras, anabolizantes e seringas para aplicação das substâncias, além de celular e uma arma de fogo, que resultou em prisão em flagrante por posse ilegal do armamento.

    Já no estabelecimento comercial, no Centro da cidade, também ligado ao homem, foram apreendidos equipamentos eletrônicos, para a coleta de elementos que vão colaborar com o trabalho apurativo.

    As investigações tiveram início após uma fiscalização identificar um grande estoque de anabolizantes, tirzepatida ou canetas emagrecedoras, e outros produtos sujeitos ao controle sanitário em um estabelecimento que não tinha autorização para comercializá-los. Mesmo com a interdição do local, surgiram indícios de que as vendas continuaram ocorrendo.

    Após a apreensão, as substâncias foram apresentadas na VISA, para produção do laudo confirmando a irregularidade, e posterior encaminhamento para análise do DPT (Departamento de Polícia Técnica).

     

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