Pedido de impedimento de Gilmar Mendes eleva tensão no STF, diz coluna

    Com a ofensiva de Janot, a pressão recai sobre a presidente da Corte, Cármen Lúcia. Ela pode decidir a questão sozinha ou encaminhar o caso ao plenário

    Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

    O pedido de impedimento do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, no caso Eike Batista, feito pelo procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot, ampliou o clima de tensão na alta Corte, de acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo.

    O clima no STF já é agudo desde a semana passada, quando a segunda turma decidiu, por maioria, soltar presos provisórios da Lava Jato. Mendes dava aula quando o pedido de Janot veio a público. Ainda assim, auxiliares do ministro começaram a levantar todos os casos em que o escritório da mulher dele atuou pelo grupo de Eike. Não há processo na área penal.

    Com a ofensiva de Janot sobre Gilmar, a pressão recai sobre a presidente do STF, Cármen Lúcia. Ela pode decidir a questão sozinha ou encaminhar o caso ao plenário.