Janot defende mudança em foro privilegiado: ‘Questão prática’

    O procurador-geral da República acredita que benefício deve "valer só para crimes cometidos durante o exercício do cargo"

    Foto: José Cruz/ Agência Brasil

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu, nesta quarta-feira (31), que foro privilegiado “vale só para crimes cometidos durante o exercício do cargo”.

    Janot disse, durante discussão da proposta que restringe o alcance do benefício, no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), ter “absoluta certeza” de que se não houver “mudanças de paradigmas”, o STF vai precisar voltar ao tema por “uma questão prática”.

    Para o procurador, “o aumento exponencial de denúncias criminais irá inviabilizar o regular funcionamento da Corte em breve espaço de tempo”.