Controle de acesso às agências e redução de horários são insuficientes, dizem bancários

    Medidas anunciadas pelo Banco Central não atendem principal reivindicação da categoria, que cobra o fechamento das unidades

    Foto: Valter Campanato/ ABr
    Foto: Arquivo/Agência Brasil
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    O controle de acesso às agências e a redução do horário de atendimento ao público, medidas anunciadas pelo Banco Central diante da pandemia do novo coronavírus, ainda são ações insuficientes para resguardar a saúde dos funcionários e colaboradores das instituições financeiras.

    A avaliação é do Sindicato dos Bancários da Bahia.

    “Reduzir o horário de funcionamento das agências e limitar o acesso das pessoas ajuda a proteger a vida dos bancários, dos familiares e de toda a sociedade. Mas, para conter o vírus, é preciso de ações mais duras, inclusive com o fechamento das agências, se necessário”, diz um comunicado da entidade.

    Segundo o sindicato, o comando nacional da categoria exige a liberação dos funcionários que trabalham nos departamentos, já que não exige atendimento bancário. Outra reivindicação é a liberação de pessoas com deficiência (PCDs), além do fim do horários estendidos.

    Entre outras reivindicações que até então avançaram com apoio da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) estão a liberação de colaboradores enquadrados em grupo de risco e de grávidas —que trabalharão em home office.