Na Bahia, 1,438 milhão dos 5,097 milhões de domicílios com televisão (28,2% deles) tinham acesso a algum serviço pago de streaming de vídeo, em 2023. Essa proporção caiu um pouco frente a 2022, quando era 30,1%, mas, ainda assim, o estado subiu uma posição no ranking nacional, passando de 4ª para 5ª percentagem mais baixa, superando o Ceará (27,8% em 2023).
Piauí (23,6%), Maranhão (25,6%) e Paraíba (26,8%) tinham as menores proporções de domicílios com serviço de streaming, enquanto Distrito Federal (56,5%), Santa Catarina (54,7%) e Rio de Janeiro (51,7%) tinham os maiores.
No Brasil, 42,1% (31,107milhões) dos 73,860 milhões de domicílios com televisão tinham acesso a algum serviço pago de streaming de vídeo. Também houve redução da presença frente a 2022, quando 43,4% dos domicílios brasileiros com TV contavam com o serviço. De um ano para o outro, a proporção de domicílios com algum streaming pago de vídeo recuou em 20 das 27 unidades da Federação.
Já a proporção de domicílios baianos que utilizavam dispositivos inteligentes (que podem ser acessados pela Internet, como câmeras, caixas de som, lâmpadas, ar-condicionado, geladeiras etc.) aumentou entre 2022 e 2023, de 8,1% para 10,8% daqueles onde havia Internet, chegando a 533 mil residências.
Com isso, a Bahia subiu no ranking nacional desse indicador, da 3ª menor proporção, em 2022, para a 8ª menor em 2023. No Brasil como um todo, 16,0% dos domicílios (11,628 milhões) tinham algum dispositivo inteligente no ano passado (frente a 14,3% em 2022). As maiores proporções estavam no Amapá (23,2%), Rio de Janeiro (21,7%) e Distrito Federal (21,3%). As menores, no Acre (6,8%), Amazonas (7,1%) e em Roraima (7,6%).
Diferentemente do observado para o streaming pago, a presença dos dispositivos inteligentes nos domicílios cresceu no país frente a 2022 (quando a proporção era 14,3%), com altas em 19 das 27 unidades da Federação e estabilidade em 2.
O quadro a seguir traz os principais indicadores de proporção de domicílios com acesso a bens e serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), no Brasil e na Bahia, em 2023. Para quase todos, o estado tinha percentual de domicílios com respostas positivas menor do que o país. A única exceção continuou a banda larga fixa, presente em 89,1% dos domicílios baianos e 86,9% dos brasileiros.
As maiores diferenças para cima do país em relação ao estado também se mantiveram as mesmas: existência de banda larga móvel (83,3% para Brasil e 67,8% para a Bahia), de computador (39,0% Brasil e 24,9% Bahia) e acesso a streaming pago (42,1% Brasil e 28,2% Bahia), respectivamente.

