Crimes contra instituições financeiras caem 76% na Bahia em julho

    Segundo a Febraban, houve redução de ocorrências de arrombamento de caixa eletrônico e cofre, roubo e extorsão em todo o estado

    Foto: Marcelo Oliveira/ Arquivo pessoal

    As ocorrências criminais contra as instituições financeiras na Bahia registrou queda de 75,9% em julho, em relação ao mesmo mês do ano passado. Os dados da Superintendência de Gestão Integrada da Ação Policial da Bahia (Siap), órgão da Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP), se referem às ocorrências tentadas e consumadas. Nos primeiros sete meses do ano, a queda foi, em média, de 60,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Conforme a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Bahia é o 2º estado a anunciar queda no número de crimes contra bancos em 2016.

    Segundo as instituições, houve expressiva redução de ocorrências de arrombamento de caixa eletrônico e cofre, roubo e extorsão em todo o estado nos sete primeiros meses do ano na comparação com o mesmo período do ano passado: na Região Metropolitana de Salvador (RMS), a queda foi de 88,2% e, em Salvador, de redução de 73,7%. Já no interior, a diminuição foi de 52,3%. No último mês, foram registradas sete ocorrências contra instituições financeiras em todo o estado da Bahia, ante 29 ocorridas em julho de 2015.

    “Os bancos, que também são vítima da criminalidade, colheram bons frutos do excelente trabalho da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, que acolheu de boa vontade a cooperação”, afirma o diretor de operações da Febraban, Leandro Vilain. O executivo ressalta que a estreita parceria dos bancos com os executivos estaduais, as polícias (Civil, Militar e Federal) e o Judiciário envolve propostas de novos padrões de proteção, muitos deles resultantes dos trabalhos desenvolvidos na comissão de segurança bancária da federação.

    Caixas – Em relação a ataques a caixas eletrônicos, as estatísticas revelaram que nos sete primeiros meses deste ano, as ocorrências em todo o estado caíram 71,4% na comparação com o mesmo período de 2015. Foram registradas 38 ocorrências de 1º de janeiro a 31 de julho deste ano ante 133 no mesmo período de 2015.