Gol celebra expansão de conectividade na Bahia e rebate críticas sobre preços de passagens

    Para porta-voz da companhia, aumento da frequência de voos e de horários beneficia consumidores e atrai investidores

    Foto: André Souza/bahia.ba

    A ampliação da malha aérea na Bahia tem sido peça-chave para consolidar o estado como um centro estratégico de conexões nacionais e internacionais. Para Renata Fonseca, representante da Gol Linhas Aéreas, o atual hub da companhia em Salvador, que hoje já opera com 22 destinos diretos, já é um dos mais importantes do país, principalmente devido ao número considerado expressivo para a região.

    Segundo a executiva, o aumento da frequência de voos e de horários não beneficia apenas o passageiro local, mas serve como um atrativo para o mercado externo.

    “Quando você aumenta a conectividade, você traz novos players. Isso mostra para as empresas estrangeiras que elas podem vir para cá, conectando Salvador a várias cidades do Brasil”, explicou Renata, nesta terça-feira (31), durante o lançamento do segundo hub da GOL Linhas Aéreas na Bahia, ocorrido em Salvador.

    A estratégia, de acordo com a porta-voz, permite que turistas internacionais não fiquem restritos à capital, utilizando a estrutura da Gol para alcançar outros destinos no interior e em estados vizinhos.

    Valor das passagens aéreas

    Questionada sobre o custo das viagens aéreas, um dos temas de maior sensibilidade para o consumidor brasileiro, Renata Fonseca refutou a ideia de que o modal seja inacessível. Segundo ela, em diversas rotas, o bilhete aéreo chega a apresentar valores competitivos ou até inferiores aos do transporte rodoviário.

    “As passagens não são caras. Se fizermos um comparativo entre uma passagem aérea e uma de ônibus, você vai ver que, às vezes, a aérea é mais barata”, afirmou.

    A executiva foi enfática ao dizer que o fator determinante para o preço não são “truques de internet ou redes sociais”, mas sim a previsibilidade do passageiro.

    Para a representante da Gol, a falta de planejamento é o principal vilão do bolso do viajante. “O que existe é comprar com antecedência. Se você procurar um voo agora com margem de tempo, encontrará valores acessíveis, na casa dos 300 ou 400 reais”, concluiu.