Jerônimo lamenta morte da ceramista Dona Candu: ‘Sentimos muito sua perda’

    Dona Candu era a ceramista mais antiga do Brasil e se dedicou por 90 anos à arte

    Foto: Reprodução/X (@jeronimoba13)

    O governador Jerônimo Rodrigues (PT) lamentou a morte da mais antiga ceramista do Brasil, Ricardina Pereira da Silva, conhecida como Dona Candu, nesta terça-feira (21), aos 104 anos. Pelas redes sociais, o chefe do Executivo relembrou o legado da também sambadeira do recôncavo baiano e expressou as suas condolências.

    “A arte e a cultura da Bahia se despedem de um nome de expressão do artesanato baiano e brasileiro. Dona Cadu, Doutora Honoris Causa da UFBA e UFRB, era a mais antiga ceramista em atividade no país. Agradecemos todo o legado e sentimos muito sua perda”, escreveu o petista, no X (antigo Twitter). 
    Veja

    Dona Candu se dedicou durante 90 anos para retratar a arte e a beleza dos artesanatos em forma de barro, na cidade de Coqueiros, distrito de Maragogipe. A artista já reproduziu panelas, pratos e utensílios artesanais. Ela nasceu no dia 14 de abril de 1920, na cidade de São Félix, também localizada no recôncavo baiano. A causa da morte não foi revelada pela família.
    O senador baiano, Jaques Wagner (PT), também lamentou o óbito de Dona Candu. Nas redes sociais, o petista afirmou que recebeu a notícia com “tristeza” e, assim como o governador, ele enfatizou a trajetória da ceramista.
    “É com tristeza que recebo a notícia do falecimento de Ricardina Pereira da Silva, conhecida como Dona Cadu, mestra ceramista, sambadeira, líder e referência de sua comunidade, em Maragogipe no Recôncavo Baiano, e de toda a Bahia. Foi reconhecida como Doutora Honoris Causa pela UFRB em 2020, devido ao seu notável saber cultural de ancestralidade negra e indígena. Ganhou o mundo com suas peças de cerâmica, seu samba e seu sorriso. Dona Cadu, presente!”, ressaltou.
    Veja