Jovem morre em acidente e namorada pede ajuda para cirurgia de fratura cervical

    Em entrevista ao bahia.ba, Adriana revelou que já conseguiu a metade do valor e que está caminhando para ficar bem

    Foto: Adriana Araújo

    Um jovem de 26 anos morreu em janeiro, em um acidente com motocicleta que aconteceu na Rodovia BA-001 entre os distritos de Guaiu e Mogiquçaba, em Belmonte. 

    Segundo informações da ItapebiAcontece, Júlio Oliveira, de 26 anos e a namorada, Adriana Araújo, também de 26 anos trafegavam pela Rodovia BA-001, sentido Itapebi, quando perdeu o controle da moto e acabou caindo numa ribanceira. O rapaz não resistiu aos ferimentos e morreu. 

    Nas redes sociais, Adriana recebeu apoio de artistas para uma ‘Vaquinha Solidária’, com objetivo de arrecadar R$ 60 mil reais para fazer uma cirurgia de caráter de urgência, para tratar trauma na coluna cervical, causada pelo acidente. 

    Em entrevista ao bahia.ba, Adriana contou que já vem tendo boa recuperação com exercícios para tratar a fratura do joelho. “Eu e meu namorado estávamos voltando de um passeio, ocorreu esse acidente, ele faleceu e eu tive algumas fraturas, no joelho e na coluna cervical. A fratura do joelho está sendo bem recuperada, dei início a alguns exercícios, já está recuperando a questão da musculatura, mas a fratura da cervical realmente precisa de cirurgia.” 

    Ela disse que precisou fazer uma ‘vaquinha online’ após orçamento do valor da cirurgia, e que através de apoio de artistas e de divulgação já conseguiu a metade do valor. “Essa cirurgia está orçada em R$ 60 mil reais. A última vertebra do pescoço quebrou em dois lugares e uma parte comprimindo o canal da medula, vou precisar fazer a reparação da última vertebra. Pelo que o médico me falou é uma substituição da vertebra por uma prótese e essa cirurgia é bem delicada, tem alguns riscos. Tem muitos artistas divulgando, a gente está na metade do valor, mas ainda estamos um pouquinho longe.” 

    Adriana também falou da sua rotina enquanto espera o dia da cirurgia. “No processo de aguardo da cirurgia fico a maioria do tempo deitada usando o colar cervical, tiro poucos instantes do dia para higienizar, mas estou acabada.” 

     

    Vaquinha Adriana