Família de Juliana Marins relata ‘descaso’ em translado do corpo da jovem ao Brasil

    "Precisamos da confirmação do voo da Juliana urgente", informou os familiares nas redes sociais

    Foto: Reprodução/Redes Sociais

    A família da brasileira Juliana Marins, que morreu após cair de um penhasco durante uma trinca no Monte Rinjani, na Indonésia, informou que o voo que trará o corpo da publicitária para o Brasil  apresentou problemas. 

    Em um comunicado feito nas redes sociais neste domingo (29), familiares da Juliana relataram que a “Emirates de Bali não quer confirmar o voo” e classificaram a situação como “descaso”. 

    “Estamos tentando confirmar o voo que trará Juliana para o Brasil, para o aeroporto do Galeão (Rio de Janeiro). Porém, a Emirates de Bali não quer confirmar o voo. É descaso do início ao fim. Precisamos da confirmação do voo da Juliana urgente. Precisamos que a Emirates se mexa e traga Juliana pra casa”, contou a família. 

    “Já estava tudo certo com o voo, já estava confirmado, mas a Emirates em Bali não quer trazer minha irmã pra casa. Do nada o bagageiro do voo ficou ‘lotado’”, acrescentaram.

    Juliana Marins morreu em 21 de junho. De acordo com a autópsia, a jovem teria resistido por 20 minutos após a queda e faleceu em decorrência de um trauma  trauma contundente, resultando em danos a órgãos internos e hemorragia.

    “Encontramos arranhões e escoriações, bem como fraturas no tórax, ombro, coluna e coxa. Essas fraturas ósseas causaram danos a órgãos internos e sangramento”, disse o especialista forense Ida Bagus Alit à imprensa.

    A prefeitura de Niterói repassou R$ 55 mil à família de Juliana Marins para cobrir os custos com o translado do corpo. A quantia corresponde ao processo de repatriação, que envolve despesas como transporte, documentação e serviços funerários internacionais.