Ministério avança na implementação de programas para conectar Norte e Nordeste

    Em 2021, foram concluídas atividades que irão levar conexão a 24 milhões de brasileiros que vivem nas regiões

    Foto: Ascom/MCom

    Interligar 24 milhões de brasileiros que vivem em localidades com baixo índice de conectividade. Isso vai ser possível com os programas Norte e Nordeste Conectado e “Infovia 00”, na região Amazônica.

    As ações foram criadas para expandir o acesso à internet nas duas regiões com os índices mais baixos de cobertura. O Ministério das Comunicações (MCom) concluiu 64% das atividades relacionadas à rede troncal.

    A evolução no cumprimento das metas é resultado dos esforços feitos pelo MCom para capilarizar redes de conexão e garantir a todos os brasileiros inclusão digital.

    Ainda no ano passado, o Governo Federal definiu por decreto que as telecomunicações e o acesso à internet são serviços essenciais. A decisão converge com outra importante convenção da Organização das Nações Unidas (ONU), que há 10 anos entende o acesso à internet como um direito humano. Dessa forma, o MCom e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) cumprem princípios adotados no país e no mundo ao impulsionar o desenvolvimento socioeconômico por meio da inclusão digital e social.

    No Nordeste vão ser interligadas as cidades de: Barreiras, Irecê, Feira de Santana, Juazeiro, Paulo Afonso e Santo Antônio de Jesus (na Bahia); Crateús, Iguatu, Juazeiro do Norte, Quixadá e Sobral (no Ceará); Caruaru, Serra Talhada, Petrolina e Vitória de Santo Antão (em Pernambuco); Caicó e Mossoró (no Rio Grande do Norte); Parnaíba (PI) e Campina Grande (PB). O MCom também concluiu 52% dos projetos relativos às redes metropolitanas.

    Através do Nordeste Conectado será possível levar conexão de altíssima velocidade (100 GB/s, via fibra óptica) às cidades do interior. As redes metropolitanas dos municípios permitirão que a conectividade chegue a escolas (municipais e estaduais), universidades e institutos federais, unidades de pesquisa e praças públicas. Para a transmissão dos dados, é utilizada a estrutura de energia da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) que já possui fibras óticas nas linhas de transmissão.