Mortes de Marielle e Anderson completam três anos; polícia não achou mandante

    Executores apontados por investigação estão presos

    Foto: Reprodução/Redes Sociais

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    Após três anos das mortes da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes, os mandantes dos crime ainda não foram identificados pela polícia do Rio de Janeiro.

    A força-tarefa que investiga o caso prendeu dois homens apontados como executores dos assassinatos. Os ex-PMs, Ronnie Lessa e Élcio Queiroz, foram denunciados pela Ministério Público do Rio (MP-RJ) e cumprem pena nas penitenciárias federais de Campo Grande e de Porto Velho, enquantam aguardam júri popular, que ainda não foi marcado.

    Nem a polícia e nem o MP-RJ conseguiram localizar a arma que foi utilizada no crime. De acordo com o G1, a perícia acredita que o assassino utilizou uma submetralhadora MP-5 com munição UZZ-18. Investigações mostram que fuzis teriam sido foram jogados ao mar no dia seguinte à prisão de Lessa, em março de 2019. No entanto, qualquer arma jamais foi encontrada.

    Uma testemunha contou que foram jogados ao mar seis armas, uma bolsa e uma caixa lacrada, mas após intensas buscas, nada foi encontrado até hoje.

    Marielle e Anderson foram mortos a tiros dentro de um carro em movimento, no bairro de Estácio, Região Central do Rio, na noite do dia 14 demarço de 2018.