PF e Exército vão manter salários de servidores presos no caso da ‘Abin paralela’

    Além de ser presos, o policial Marcelo Bormevet e o subtenente Giancarlo Gomes também tiveram suspensão do exercício dos cargos públicos

    Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

    Após a prisão de servidores por envolvimento no caso da “Abin paralela”, a Polícia Federal (PF) e o Exército irão manter os salários dos respectivos agentes.

    Foram alvos da Operação Última Milha, nesta quinta-feira (11), o policial federal Marcelo Bormevet e o subtenente do Exército, Giancarlo Gomes. Além de ser presos, eles também tiveram suspensão do exercício dos cargos públicos, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    De acordo com Igor Gadelha, no portal Metrópoles, ao informar a manutenção do pagamento, o Exército explicou que o soldo só é cortado se o militar for desligado da Força. Além disso, foi informado ainda que o subtenente já estava afastado para tratamento de saúde, antes mesmo da determinação do magistrado.

    Conforme a coluna, com base em dados do Portal da Transparência, Giancarlo recebe R$ 13,6 mil de salário mensal bruto. Após os descontos, o soldo é de cerca de R$ 9,5 mil. Preso em Salvador, ele cumprirá a preventiva no 6º Batalhão de Polícia do Exército, na capital baiana.