STF promove programação aberta ao público pelos três anos do 8/1

    A programação integra a campanha institucional “Democracia Inabalável”

    Foto: Joedson Alves/Agência Brasil

    Foto: Joedson Alves/Agência Brasil

     

    O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou, nesta quinta-feira (8), que realizará uma série de atividades abertas ao público para marcar os três anos dos atos que resultaram na invasão e depredação da sede da Corte, em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023.

    A programação integra a campanha institucional “Democracia Inabalável” e busca reforçar a preservação da memória do episódio, além de destacar o processo de reconstrução do prédio e a defesa do Estado Democrático de Direito.

    As atividades têm início às 14h30, no átrio do Espaço do Servidor, com a abertura da exposição “8 de janeiro: mãos da reconstrução”, que retrata o trabalho de recuperação do edifício após os ataques.

    Na sequência, às 15h, será exibido o documentário “Democracia Inabalável: mãos da reconstrução”, produção da TV Justiça que reúne depoimentos de servidores e profissionais do STF que vivenciaram os acontecimentos e atuaram diretamente na restauração do Palácio da Justiça.

    Às 15h30, o público poderá acompanhar uma roda de conversa com jornalistas que fizeram a cobertura dos ataques.

    O debate será mediado pela jornalista Gabriela Guerreiro, então coordenadora de Imprensa do STF, e contará com a participação de Weslley Galzo, do O Estado de S. Paulo; Marina Dias, correspondente do Washington Post em Brasília; e da fotógrafa Gabriela Biló, da Folha de S. Paulo.

    Encerrando a programação, às 17h, o Salão Nobre do STF recebe a mesa-redonda “Um dia para não esquecer”, com a presença do teólogo e pesquisador Ronilso Pacheco, do Instituto de Estudos da Religião (ISER); do historiador Carlos Fico, professor da UFRJ; da advogada e cientista social Juliana Maia Victoriano da Silva, gerente do Programa de Equidade Racial do Instituto Ibirapitanga; e do jornalista Felipe Recondo, cofundador do JOTA.

    O prédio do STF, projetado por Oscar Niemeyer, foi alvo de invasão e vandalismo durante os ataques às sedes dos Três Poderes. Após a destruição, o edifício passou por um processo de restauração e foi reaberto menos de um mês depois.