Publicado em 17/02/2026 às 00h00.

Estreando no Carnaval de Salvador, Beto Martine exalta cultura local: ‘Estou amando’

Criador de conteúdo confirmou as expectativas que tinha sobre a festa e compartilhou as origens de sua criatividade com o bahia.ba

Otávio Queiroz / Carolina Papa
Foto: Reprodução/Redes sociais

 

Conhecido nacionalmente pelas dublagens icônicas e performances carregadas de humor nas redes sociais, o influenciador Beto Martine desembarcou pela primeira vez na capital baiana para viver a experiência do Carnaval de Salvador. Entre um camarote e outro, o criador de conteúdo confirmou as expectativas que tinha sobre a festa e compartilhou as origens de sua criatividade.

“É a minha primeira vez aqui no Carnaval, e a minha segunda na cidade. Eu estou amando, porque me falaram que Salvador é a cidade do Carnaval e eu estou tirando a prova viva hoje”, afirmou Beto em conversa com o bahia.ba, nesta segunda-feira (16) de Carnaval.

O influenciador, que transita com naturalidade entre o humor e o mundo fashion, frequentemente utilizando saltos e figurinos elaborados em seus vídeos, atribui sua veia artística a uma mistura de herança familiar e referências da cultura pop.

Para Beto, a liberdade da internet foi o palco ideal para sua “loucura” criativa. “Para mim, todo artista é louco. Eu sou louco e sou artista. Minha mãe sempre amou muito dançar e sempre instigou em mim esse meu lado”, explicou. Ele revelou que suas maiores inspirações vêm do que consome diariamente. “Sou viciado pela comunidade Vogue e pela comunidade Ballroom. Isso me inspira todos os dias”, completou.

Rota gatronômica

Como bom nordestino que vive em São Paulo, Beto Martine não perdeu tempo e, ao chegar em Salvador, priorizou o tempero local antes mesmo de subir nos trios. O influenciador brincou com seu signo para justificar o foco na culinária baiana.

“O que eu fiz logo que cheguei foi comer comida daqui, meu amor! Eu sou libriano, mas parece mais que sou taurino”, divertiu-se. “Já fui atrás do acarajé, já fui atrás do caldinho de sururu. Como sou nordestino, já estou acostumado com o tempero mais punk, mais forte, sabe? Em São Paulo a gente não tem muito isso, vamos combinar”, pontuou.

Receber o carinho do público soteropolitano fora das telas tem sido, segundo ele, o ponto alto da viagem. Para Beto, o contato físico e o feedback em tempo real no meio da folia confirmam que sua arte, feita “como e quando quer”, encontrou o lugar certo para ressoar.

Otávio Queiroz
Soteropolitano com 7 anos de experiência em comunicação e mídias digitais, incluindo rádio, revistas, sites e assessoria de imprensa. Aqui, eu falo sobre Cidades e Cotidiano.

Mais notícias

Este site armazena cookies para coletar informações e melhorar sua experiência de navegação. Settings ou consulte nossa política.